16 de Abril de 2026
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Política Sábado, 20 de Dezembro de 2025, 14:43 - A | A

Sábado, 20 de Dezembro de 2025, 14h:43 - A | A

estrutura plena

Presidente do Einstein diz que transplantes exigem UTIs e equipes integradas

Hospital Central ainda precisa de estrutura plena para transplantes

Redação Fatos de MT

A implantação de transplantes de órgãos no Hospital Central do Estado de Mato Grosso ainda não tem prazo definido e dependerá da consolidação de uma estrutura complexa e integrada de serviços de saúde. A avaliação é do presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Sidney Klajner, que destacou a necessidade de UTIs treinadas, banco de sangue estruturado, equipes multidisciplinares e sistemas organizados de suporte ao paciente.

A declaração foi feita na sexta-feira (19.12), durante a inauguração do Hospital Central, em Cuiabá. Segundo Klajner, apesar da intenção de implantar o serviço futuramente, o procedimento exige que o hospital esteja operando de forma plenamente estruturada, com todos os setores funcionando de maneira integrada e segura.

“Existe a intenção de implementar transplantes, mas não há uma previsão. Isso não depende apenas da equipe que realiza o transplante ou do centro cirúrgico”, afirmou.

O presidente explicou que o transplante envolve uma cadeia ampla e organizada de serviços. “O transplante depende de UTI treinada, banco de sangue, tecnologia, além de outras especialidades envolvidas. É uma parte processual bastante organizada”, disse.

De acordo com Klajner, a estratégia é iniciar a capacitação das equipes somente após o hospital alcançar estabilidade operacional. A ideia é aproveitar a experiência acumulada pelo Einstein em outras unidades do país para implantar o serviço em Mato Grosso no momento adequado.

“Assim que o hospital estiver funcionando de maneira muito bem estruturada, nós pretendemos trazer a capacitação com o nosso time, que já realizou esse processo em outros hospitais do Brasil”, declarou.

O presidente lembrou ainda que o Hospital Israelita Albert Einstein mantém, desde 2009, parceria com o Ministério da Saúde e possui um dos maiores programas de transplantes do país, o que permitirá a transferência de conhecimento, protocolos e modelos de gestão quando o Hospital Central estiver apto a iniciar esse tipo de procedimento.

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