Em meio às articulações para as eleições de 2026, o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou que nenhum gestor “com o mínimo de juízo” interromperia obras em andamento no Estado e disse que seria “louco, maluco ou imbecil” quem tomasse essa decisão. A declaração foi feita ao comentar a continuidade de investimentos públicos diante da futura troca de governo.
Durante a fala, Mendes destacou que decisões administrativas estão sujeitas a órgãos de controle e à fiscalização da Assembleia Legislativa, e que não haveria justificativa técnica para paralisar projetos estruturantes.
Segundo ele, obras em execução, como rodovias, escolas, hospitais e o complexo do Parque Novo Mato Grosso, devem ser mantidas independentemente de quem assuma o comando do Estado.
“Não iria parar nenhuma das obras, nem estrada, nem escola, nem hospital”, afirmou, ao reforçar que a continuidade administrativa é essencial para garantir resultados à população.
O governador também citou o parque estadual como um dos principais investimentos da atual gestão, destacando o impacto na economia, no lazer e na valorização da imagem do Estado.
De acordo com Mendes, o espaço atende diferentes públicos e tem potencial para se tornar referência nacional. “É um espaço que não existe no Brasil”, disse.
Ao endurecer o tom, o governador afirmou que a interrupção de obras seria uma decisão sem respaldo racional. “O cara tem que ser louco, ou maluco, ou imbecil, se fizer isso”, declarou.
A fala ocorre em um cenário de pré-disputa eleitoral, no qual Mendes é apontado como pré-candidato ao Senado, enquanto o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) desponta como possível candidato ao Governo.









