03 de Outubro de 2026
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Polícia Sexta-feira, 02 de Outubro de 2026, 10:39 - A | A

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TRAGÉDIA NO TRANSPORTE

Idosa que morreu atropelada por ônibus estava em Cuiabá para tratamento de saúde

Idosa estava na Capital para acompanhamento médico

Da Redação

Reprodução

Idosa que morreu atropelada por ônibus estava em Cuiabá para tratamento de saúde

Idosa que morreu atropelada por ônibus estava em Cuiabá para tratamento de saúde

Uma idosa de 82 anos morreu após ser atingida por um ônibus do qual havia acabado de desembarcar, no início da noite desta quinta-feira (01.10), na rua Manaíra, no bairro Pedregal, em Cuiabá. A vítima foi identificada como Maria Mendes da Silva Santos, moradora de Rondonópolis, a 218 km da Capital.

Maria estava em Cuiabá para acompanhamento médico e havia chegado à cidade na semana anterior. Segundo a família, ela fazia consultas e exames periódicos após ter sofrido um acidente vascular cerebral (AVC) há cerca de dois anos.

Na quinta-feira, a idosa saiu para resolver assuntos pessoais no Centro de Cuiabá. A filha contou que chegou do trabalho por volta das 17h e percebeu que a mãe não estava em casa. Pouco depois, foi avisada por vizinhos sobre o acidente.

A filha não presenciou o atropelamento. Segundo ela, familiares receberam a informação de que Maria estava no ônibus e teria iniciado o retorno para casa quando ocorreu o acidente.

Conforme informações preliminares da Polícia Civil, Maria teria se desequilibrado ao desembarcar e, na sequência, sido atingida pelo próprio coletivo. A dinâmica, porém, ainda será apurada pela Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran).

Maria foi socorrida ainda com vida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos antes de chegar ao Hospital Municipal de Cuiabá.

Família busca imagens

A família procura imagens de câmeras de segurança instaladas no ônibus ou em imóveis próximos ao local do acidente para tentar esclarecer a dinâmica da ocorrência.

A filha afirma que não sabe se houve alguma falha por parte da vítima, do motorista ou de outra pessoa que estava no coletivo e espera que as imagens possam ajudar a esclarecer o caso.

“Voltar? Não volta. Mas a gente quer saber realmente o que aconteceu”, relatou.

A filha também descreveu Maria como uma mulher lúcida, independente e acostumada a resolver os próprios assuntos. Segundo a família, mesmo após o AVC, ela havia recuperado a autonomia e mantinha a rotina de consultas médicas.

Maria deixou quatro filhos e cerca de 15 netos. Para a família, ela era uma das principais referências.

A Deletran enviou uma equipe ao local e realizou diligências em busca de testemunhas e imagens que possam auxiliar na investigação. As circunstâncias do acidente e eventual responsabilidade serão apuradas pela Polícia Civil.

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