03 de Outubro de 2026
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Polícia Sexta-feira, 02 de Outubro de 2026, 14:54 - A | A

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MORTE POR ENGANO

Sargento da Marinha é morto por engano após ser confundido com integrante de facção, diz delegado

Segundo delegado, criminosos procuravam um integrante de grupo rival que havia passado pelo imóvel horas antes do crime.

Da Redação

Reprodução / PowerMix

Sargento da Marinha é morto por engano após ser confundido com integrante de facção, diz delegado

Sargento da Marinha é morto por engano após ser confundido com integrante de facção, diz delegado

O primeiro-sargento da Marinha Anderson de Alencar Batista, de 43 anos, foi morto a tiros após ser confundido com um integrante de uma facção criminosa rival, segundo o delegado Diego Felipe da Silva de Toledo, responsável pela investigação. O crime ocorreu na madrugada de quarta-feira (30.09), no bairro Jardim Imperial, em Cáceres, a 218 km de Cuiabá. 

Conforme o delegado, os criminosos procuravam outra pessoa, ligada a uma facção rival, que teria frequentado o imóvel onde Anderson estava horas antes. Durante a madrugada, os suspeitos foram até a residência e romperam a fiação da cerca elétrica.

O acionamento do sistema de segurança teria feito Anderson sair para verificar o que havia acontecido. Nesse momento, segundo a investigação, os criminosos o confundiram com o verdadeiro alvo e efetuaram os disparos. O militar não resistiu aos ferimentos e morreu.

Inicialmente, a Polícia Militar havia divulgado outra informação com base no relato do homem apontado como autor dos disparos. Segundo essa versão, o suspeito teria afirmado que recebeu ordens de integrantes de uma facção para matar dois homens que estariam na residência.

Ainda conforme o depoimento apresentado à PM, o suspeito teria rompido a cerca elétrica e se escondido nas proximidades. Ele também relatou que teria mantido uma chamada de vídeo com supostos mandantes, que teriam acompanhado a ação pelo celular. Essa versão integra as informações reunidas durante a investigação e está sendo apurada pelas autoridades. 

As forças de segurança realizaram diligências após o homicídio e localizaram sete suspeitos, entre adultos e adolescentes, apontados como envolvidos no crime. A Polícia Civil informou que pretende representar pela prisão preventiva dos adultos e pela internação dos adolescentes.

A investigação continua para esclarecer a participação de cada envolvido e as circunstâncias da morte do militar.

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