Foto: Maycol Entonny | Gabinete deputado Fabinho Tardin

Projetos de Fabinho Tardin sobre tratamento do câncer de mama serão votados na ALMT
Com foco na ampliação da assistência às pacientes com câncer de mama em Mato Grosso, dois projetos de lei de autoria do deputado estadual Fabinho Tardin serão votados nesta quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). As propostas buscam facilitar o acompanhamento do tratamento oncológico e reduzir os efeitos da quimioterapia.
Um dos projetos, o PL nº 1.872/2025, passa pela primeira votação e prevê a criação do aplicativo Navega Rosa-MT. A ferramenta deverá reunir informações sobre consultas, exames, laudos e tratamentos, permitindo que as pacientes acompanhem as diferentes etapas do atendimento. A proposta também prevê suporte psicológico remoto e acesso a orientações sobre prevenção e direitos garantidos por lei.
De acordo com a justificativa do projeto, o aplicativo poderá contribuir para reduzir atrasos no atendimento e acompanhar o cumprimento do prazo de até 60 dias para o início do tratamento oncológico, previsto na Lei Federal nº 12.732/2012.
Já o PL nº 336/2026, que também passa pela primeira votação, propõe a oferta de toucas hipotérmicas na rede pública estadual de saúde. O equipamento resfria o couro cabeludo e pode ajudar a reduzir a queda de cabelo provocada por determinados tipos de quimioterapia, contribuindo para o bem-estar e a autoestima das pacientes durante o tratamento.
“A expectativa é de que os projetos avancem na Assembleia e possam contribuir para melhorar a vida de quem enfrenta o câncer de mama. Estamos falando de medidas que podem facilitar o acesso à informação, ajudar no acompanhamento do tratamento e oferecer mais conforto às pacientes em um momento tão delicado”, afirma o deputado.
Para o parlamentar, a atenção à saúde da mulher precisa ir além das campanhas de conscientização realizadas em outubro. “O Outubro Rosa é fundamental para alertar sobre a prevenção e o diagnóstico precoce, mas essa luta não pode se limitar a um mês. Precisamos trabalhar durante todo o ano para garantir mais dignidade, acolhimento e melhores condições de tratamento às pacientes. Nosso compromisso é buscar medidas que façam diferença na vida dessas mulheres”, ressalta.
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