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Polícia Segunda-feira, 26 de Outubro de 2026, 14:44 - A | A

Segunda-feira, 26 de Outubro de 2026, 14h:44 - A | A

PENTE-FINO NOS PRESÍDIOS

Polícia Penal faz pente-fino simultâneo nos 42 presídios de MT em busca de celulares e drogas

Policiais penais buscam celulares, drogas e outros materiais proibidos em todas as unidades prisionais do estado desde as 6h desta segunda-feira

Da Redação

Divulgação

PCE

A Polícia Penal de Mato Grosso começou às 6h desta segunda-feira (26) revistas simultâneas nas 42 unidades prisionais do estado em busca de celulares, drogas e outros objetos proibidos. Batizada de Operação Muralha, a ação é coordenada pela Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) e também tem como objetivo reforçar os procedimentos de segurança e disciplina dentro dos presídios.

Fazer as buscas no mesmo horário em todas as unidades foi uma escolha para impedir que o material ilícito seja levado de um presídio para outro e para reduzir a chance de que os presos sejam avisados antes da chegada das equipes. A operação conta com policiais penais que aceitaram trabalhar em jornada extraordinária voluntária.

Na Grande Cuiabá, o efetivo recebeu reforço das forças especializadas da Polícia Penal, o Grupo de Intervenção Rápida (GIR), o Serviço de Operações Especiais (SOE) e o Canil. As equipes atuam na Penitenciária Central do Estado (PCE), na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, no Centro de Ressocialização de Várzea Grande (CRVG) e na Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas.

O secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado, afirmou que a ação coordenada amplia a capacidade de prevenção e fiscalização no sistema penitenciário. “A atuação simultânea nas 42 unidades fortalece o controle, dificulta a circulação de materiais ilícitos e contribui para impedir que atividades criminosas continuem a partir dos presídios. Nosso objetivo é manter um sistema prisional mais seguro, com disciplina, responsabilidade e valorização do trabalho dos policiais penais”, disse.

Segundo a Sejus, celulares e drogas dentro das celas colocam em risco servidores e custodiados, comprometem a disciplina e a execução das penas e permitem que crimes continuem sendo comandados de dentro das unidades. A Operação Muralha faz parte das ações da secretaria para barrar a entrada e a permanência desses materiais no sistema prisional.

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