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Política Sexta-feira, 24 de Abril de 2026, 08:33 - A | A

Sexta-feira, 24 de Abril de 2026, 08h:33 - A | A

convênio suspenso

Deputado cobra explicações sobre suposta suspensão de obra de asfalto em dez bairros de Cuiabá

Valdir Barranco apresentou requerimento na ALMT pedindo informações à Sudeco sobre paralisação de convênio com a Prefeitura destinado à pavimentação em regiões como Quilombo, Parque Ohara e 8 de Abril*

Rojane Marta/Fatos de MT

O deputado estadual Valdir Barranco (PT) apresentou nesta quarta-feira (22), durante sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), requerimento dirigido à superintendente da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Luciana de Souza Barros, pedindo informações detalhadas sobre a suposta suspensão de convênio firmado entre o órgão federal e a Prefeitura de Cuiabá para pavimentação asfáltica em dez bairros da capital mato-grossense.

Segundo o parlamentar, o convênio teria sido suspenso, o que colocaria em risco obras de infraestrutura viária previstas para os bairros Residencial Chibó — segunda etapa —, Jardim Presidente, Parque Cuiabá, Parque Ohara, Quilombo, Jardim Gramado, Comunidade Aguaçu, Ribeirão Machado e 8 de Abril. O requerimento solicita que a Sudeco preste esclarecimentos detalhados sobre o status do acordo e os motivos da eventual paralisação.

A Sudeco é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, responsável por fomentar o desenvolvimento da região Centro-Oeste por meio de investimentos em infraestrutura, entre outras áreas. Convênios com municípios para obras de pavimentação são um dos principais instrumentos de repasse de recursos federais para melhorias urbanas nas cidades da região.

Os bairros citados no requerimento estão entre os que historicamente apresentam déficit de infraestrutura viária em Cuiabá. A eventual suspensão do convênio impactaria diretamente moradores que aguardam a conclusão das obras de asfalto para melhoria das condições de tráfego, escoamento pluvial e valorização imobiliária das regiões afetadas.

A Prefeitura de Cuiabá e a Sudeco não se manifestaram até o momento sobre a suposta paralisação. O requerimento aprovado pela ALMT obriga o órgão a prestar as informações solicitadas dentro do prazo regimental.

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